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sábado, 1 de maio de 2010

CARACTERÍSTICAS DE EMPREENDEDORES BEM SUCEDIDOS


O artigo de hoje versa sobre empreendedorismo. Vamos conhecer como agem os empreendedores bem sucedidos.
Características dos empresários de sucesso, segundo Stephen Covey:
1. Valorizam o trabalho em equipe: Empresários bem-sucedidos reconhecem que formar uma equipe significa obter resultados. Eles sabem que jamais uma pessoa sozinha será responsável pelo êxito de qualquer empreendimento. São atenciosos e valorizam aqueles que merecem.
2. Estão dispostos a enfrentar mudanças: Eles entendem que mudanças são inevitáveis e sabem se adaptar a elas para que o negócio cresça.
3. Cercam-se de diversidades: Empreendedores bem-sucedidos maximizam a produtividade de seus negócios empregando pessoas que julgam suas fraquezas irrelevantes. Eles também enxergam, na força de outras pessoas, oportunidades e não ameaças.
4. Lidam sabiamente com feedbacks e críticas: Instruem e dão feedbacks de maneira a responsabilizar seu pessoal em vez de menosprezá-lo. Estão sempre disponíveis para aceitar feedbacks e críticas.
5. Possuem visão e planos para alcançar as metas: Empresários de sucesso sabem o que querem. Eles identificam o que é mais importante para atingir o sucesso e não estão dispostos a sacrificar o que é extremamente importante em função do que é meramente importante. Eles criam um plano estratégico para definir como atingirão suas metas e prazos para que isso aconteça
6. Buscam, de forma pró-ativa, oportunidades: Eles não esperam que as oportunidades venham até eles. São pró-ativos e estão sempre preparados para receber novidades.
7. São trabalhadores incessantes e determinados: Obcecados pelo trabalho, os empresários bem- sucedidos são altamente eficazes durante suas horas de jornada, mas sabem bem a hora de ir para casa! Buscam equilibrar todos os aspectos de sua vida.
8. Entendem que remover barreiras é necessário: Eles não têm medo de afastar um empregado que não está apto a exercer determinada função ou que resiste a mudanças referentes ao crescimento da empresa.
9. São pessoas altamente enérgicas: Estes empreendedores de sucesso buscam em sua alma a energia de que necessitam para manter e fazer crescer seu negócio. Sua energia contagia e inspiram os outros.
10. Nutrem constantemente o espírito empreendedor assumindo riscos e aprendendo com os erros: Dispostos a assumir riscos, aprendem com os próprios erros.
O empreendedor tem um novo olhar sobre o mundo à medida que presencia a evolução. Valoriza suas experiências, valoriza seu valor, tomando decisões e decisões acertadas. Abre novas trilhas, explora novos conhecimentos, define objetivos e dá o primeiro passo.

domingo, 28 de março de 2010

GESTÃO DE EQUIPE É DEFICIÊNCIA DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Esse artigo está na Folha de são Paulo de hoje dia 28 de março de 2010 assinada por André Lobato. Começa com essa frase: Recrutamento e atraso de pagamentos impende crescimento...
Com a cabeça na inovação, no faturamento e na conquista de mercado, sobra pouco tempo para os donos de empresas pensarem nos funcionários.
A falta de atenção às pessoas, contudo, é um entrave maior para o sucesso do que supõem os pequenos empresários, afirmam consultores.
“A gestão de equipe tem sido o calcanhar de Aquiles de muitas empresas no Brasil”, afirma Ênio Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do SEBRAE. Para ele e outros especialistas, o dono deve abdicar de vícios oriundos do começo pouco profissional se quiser que a empresa cresça.
Um deles é o de tratar os funcionários como o primeiro custo a ser cortado. O efeito é contrário ao desejado. O empresário pode perder a capacidade de se recuperar e, quando o fizer, estará com mão de obra menos qualificada do que se tivesse mantido a equipe.
Essa alta rotatividade, afirma, tem como outra causa a falta de política de recrutamento.
O empreendedor encara investir em seleção como custo e opta por preencher espaços vazios em vez de buscar pessoas adequadas para a função.
O empresário muitas vezes se comporta como se pagar o funcionário fosse um favor, e não uma relação que visa o lucro. Assim, as práticas de remuneração não correspondem à expectativa que ele tem de sua equipe. É como se o funcionário não contribuísse para o crescimento da empresa. Porém, trata-se justamente do oposto. A equipe é parte decisiva do negócio.
Outro ponto crítico é o atraso de pagamentos causado pela má administração financeira. A preocupação em faturar é maior do que a de controlar o caixa.
Com salários atrasados, aumentos disfarçados de bônus e falta de comunicação corporativa, o empresário acaba alvo de outro prejuízo: o de ações trabalhistas na justiça.