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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

REFLEXÕES ÉTICAS

Quero estar postando algumas reflexões éticas extraidas do livro: Ética: a revolução necessária. Livro esse escrito pelo saudoso e querido amigo professor Antonio Lopes de Sá.
O post de hoje coloquei o título: Reflexões Éticas. Vivemos dias onde a ética parece estar distante. Abrimos jornais, assistimos na televisão e nos deparamos com fatos que muitas vezes nos chocam em termos da ética em qualquer campo. Por isso é bom refletirmos um pouquinho sobre o tema:
"Em um mesmo momento onde a alegria e a satisfação preenchem, a vida de um ser, ocorrem a dor e a insatisfação de outro...
Os erros, os acertos, estes que assim se classificam em face da conduta humana diante de tudo isto, também, suscitam dúvidas. Isto porque coisas erradas abriram caminhos para coisas certas e estas voltaram a ensejar coisas erradas no curso da história da humanidade.
Nem tudo o que se afigura como um mal deveras o é. Grandes erros abriram caminhos para grandes acertos. Erros podem ensejar acertos e acertos podem-se perder em erros. Todas as pessoas falham, mas, o engano pode ser o princípio de um sucesso, se dele extrairmos a lição que nos oferece. Muitas interrogações podem ficar sem respostas em nossas reflexões, mas, tudo nos indica que os acertos, as falhas, são coisas que sinalizam nossas vidas e que os devemos ter como indicadores de um caminho a seguir.
Não parece haver dúvidas que é o bem aquilo que por natureza nos deva realmente trazer a felicidade. Uma mesma coisa, em um mesmo tempo, pode causar a felicidade de uma pessoa e a infelicidade de outra, dependendo de quem analisa o fato.
Porém nosso dever ético é, todavia, o que nos exige o esforço para entender qual o comportamento que não nos prejudique e nem prejudique a terceiros. A forma dissimilar como o conceito de felicidade é tido não deve implicar no comodismo de só aceitar esta verdade sem se esforçar por alcançar o interesse de outrem, em conciliação com aquele que é nosso.
A consciência ética exige "a ação certa" como cumprimento do destino e começa dentro de cada um de nós quando aceitamos que as verdadeiras riquezas são as do amor, essas que nos levam a sabedoria de entender que somos um instrumento que cumpre uma missão e que esta é a de aprimorar-se pela transformação útil, ensejando também o aprimoramento de nossos semelhantes".
Até o próximo post.